sábado, 6 de julho de 2013

Nova promessa de obra da linha 3 do Metrô

O Governador Sérgio Cabral anunciou que irá solicitar investimentos para a construção da Linha 3 do metrô na próxima semana, em uma reunião em Brasília com a ministra do Planejamento. O objetivo é incluir o projeto da Linha 3, que ligaria Itaboraí até Niterói, passando por São Gonçalo, no Plano Nacional de Mobilidade Urbana do governo federal

Mas em 2012 o mesmo Governador Sergio Cabral  anunciou que a verba para a obra da linha 3 já estava liberada e que a obra começaria em Janeiro de 2013. Como assim ? A verba já não estava liberada ? Como que a obra da linha 4 do Metrô, no Rio de Janeiro, foi iniciada antes da linha 3 ? Ficam as perguntas no ar...

“ Vou levar o projeto da Linha 3 em uma modelagem mais barata, por monotrilhos, que é um transporte de alta capacidade, já utilizado na Ásia. Ele será usado em uma área com grande população e que ficará ainda mais povoada com a inauguração do Comperj ” explica Cabral

O orçamento do projeto ainda não foi finalizado, mas supostamente rodeia entre R$ 2,5 bilhões e R$ 2,8 bilhões



Cabral, que tal também cobrar das Barcas CCR o cumprimento do contrato de concessão e obrigar a empresa a construir a tão esperada e necessária estação hidroviária em São Gonçalo ? O prazo para a construção já foi ultrapassado e o Estado se omite sobre o fato, enquanto isso a população enfrenta filas quilométricas diariamente na estação das Barcas em Niterói


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Plebiscito x Referendo :

Ao elegermos um parlamentar passamos uma procuração para este nos representar. A situação que vivemos hoje, porém, é peculiar. Dois milhões de pessoas foram às ruas para dizer justamente que elas não se sentem representadas por aqueles que ajudaram a eleger. O recado das ruas para os políticos foi justamente que chegou o momento de envolvê-la nas decisões mais importantes ! 

É hora de pensarmos na reforma política de nosso país. Muito se fala, mas como fazer ? O governo defende o Plebiscito, já a oposição defende o Referendo, mas o que seria Plebiscito e Referendo? Abaixo uma pequena reflexão para ajudar a esclarecer alguns pontos conflitantes :




Na teoria, o Plebiscito permite que a população possa debater ANTES as teses e estabelecer as diretrizes indispensáveis que vão compor o novo sistema político brasileiro, mas os parlamentares já foram eleitos exatamente para fazer este debate e inclusive tem estrutura jurídica para analisar, de forma mais técnica, cada aspecto das leis; Já o Referendo permite que o Congresso Nacional debata e defina todos os aspectos de uma futura lei e leve DEPOIS à consulta popular se as decisões tomadas por eles estão de acordo com a vontade do povo, cabendo ao povo a homologação ou não das decisões

Resumindo, no Plebiscito o povo pode tomar várias decisões, que infelizmente podem ser alteradas depois pelos parlamentares, já no Referendo os parlamentares podem tomar várias decisões, que se não tiverem como objetivo o bem coletivo da população podem ser canceladas pela votação popular

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Consulta Gratuita de Nome Sujo agora pela Internet

O Serviço Central de Proteção ao Crédito ( SCPC ) disponibilizou através de um portal pela internet o serviço de autoconsulta de débito. Com isso, o consumidor pode checar, de forma gratuita, se está com o nome sujo no mercado e qual é o débito que levou o nome da pessoa para o cadastro. Ao fazer a busca, o consumidor pode identificar se possui dívidas, restrições ou pendências financeiras registradas no SCPC

Antes, para fazer a consulta, era preciso se dirigir pessoalmente a um dos postos do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Algumas empresas, de forma extraoficialmente realizavam a consulta, mas o serviço era cobrado



Para fazer a consulta gratuita pela internet , disponibilizada pela Boa Vista Serviços, administradora do SCPC, basta entrar no Portal Boa Vista Consumidor Positivo , se cadastrar e clicar em " consulta de débito " ou clicando no link abaixo :

https://www2.boavistaservicos.com.br/consumidorpositivo/consulta-de-debito.php

Com essa nova opção, o consumidor pode verificar por conta própria quais são as empresas com as quais ele deve entrar em contato para negociar diretamente com elas o pagamento das dívidas, sem precisar contar com o intermédio de terceiros


terça-feira, 2 de julho de 2013

Câmara dos Deputados arquiva projeto de lei conhecido como Cura Gay

O projeto de lei, conhecido como Cura Gay, e que pedia o fim de 2 decisões do Conselho Federal de Psicologia ( que proibia os psicólogos de conduzir terapias para alterar a orientação sexual de pacientes e a que proibia que a homossexualidade seja tratada como doença ) foi arquivado na Câmara dos Deputados

O projeto já tinha sido aprovado na comissão de Direitos Humanos, presidida pelo deputado Marco Feliciano. 
Autor do polêmico projeto, o deputado e pastor evangélico João Campos protocolou pedido para a retirada da proposta :

“ Retirei porque o meu partido divulgou uma nota contra, e eu não vou ser contra o meu partido. Não estou retirando por causa de pressão das ruas porque ele não estava na pauta dos manifestantes. Pegaram o bonde andando. Também estou retirando porque não vou permitir que esse projeto mude o foco do que o povo quer, que é saúde, educação e que os condenados no mensalão sejam presos ” disse João Campos

Montagem retirada da internet

Uma das bandeiras levantadas pela bancada religiosa ( o cerceamento da atuação dos profissionais de psicologia decorrentes da proibição do tratamento em combate ao homossexualismo ) foi rebatida pelo Conselho Federal de Psicologia ( CFP ) :

" A homossexualidade não constitui doença para carecer de tratamento, nem distúrbio, tampouco perversão(...) Não há dispositivo editado pelo CFP que impeça o atendimento, tampouco que proíba o profissional de acolher o sujeito que chega ao consultório, ao hospital, ou a qualquer outro espaço que se encontre o trabalho da Psicologia. Faz-se ainda necessário repetir: não se trata de negar a escuta psicológica a alguém que queira mudar a sua orientação sexual, mas sim, de não admitir ações de caráter coercitivo e dirigidas pelo preconceito, como quando alguns psicólogos afirmam que a homossexualidade pode e deve ser “ invertida ", afirmou o Conselho Federal de Psicologia , questionando o embasamento jurídico do autor do projeto original



 Montagem retirada da internet

Marco Feliciano prometeu retomar o projeto em 2015, já que somente na próxima legislatura o projeto pode ser proposto novamente :

“ O PDC voltará na próxima legislatura, quando teremos um número maior de deputados evangélicos”, escreveu no microblog, acrescentando que “essa perseguição de parte da mídia e dos ativistas nos fortaleceu, e nosso povo acordou. Nos aguardem em 2015! Viremos com força dobrada ” concluiu


A indústria do Etanol no BRASIL

A indústria brasileira do Etanol, que no passado foi alçada à potência mundial, hoje vive dias difíceis. Desde 2009, 40 usinas de açúcar e álcool encerraram as atividades. O endividamento, a consequente falta de investimentos no setor, problemas climáticos e o apetite das multinacionais na aquisição de usinas são os principais motivos apontados por especialistas para tal decadência. Hoje, 33% da produção brasileira de açúcar e álcool estão nas mãos de estrangeiros. Estes são atraídos pela alternativa do álcool como combustível limpo e pela crise dos usineiros. O interior do estado de São Paulo responde por 60% da produção nacional de açúcar e álcool



A líder de mercado é a brasileira Copersucar, com 34 usinas e 23% da produção nacional
A Anglo-Holandesa Shell comprou 50% das usinas da Cosan e criou a Raízen, a segunda maior na produção brasileira
A francesa LDC é dona de 11 usinas da Biosev e de 7 % da produção nacional
A indiana Renuka tem 4 usinas
A chinesa Noble tem 2 usinas
A japonesa Sojitz tem 30 % da ETH Bioenergia, que tem 9 usinas
A francesa Tereos tem 7 usinas
A americana Adecoagro tem 1 usina, no Mato Grosso
A americana Cargill tem 1 usina, em São Paulo
A inglesa BP possui 3 usinas, em Minas Gerais e Góias

As apostas do mercado são de que as multinacionais vão deter 50 % da produção nacional nos próximos 4 anos